Designers da agência húngara Schwinn-Csepel Zrt acreditam que aperfeiçoaram a bicicleta removendo a corrente, sempre suja de graxa, por um cabo. Dois, na verdade.

O mecanismo pode ser visto no vídeo e na imagem abaixo (o cabo esticado se move para a esquerda). O restante do mecanismo do pedal inclui estranhos discos especiais em forma de rim, uma parte de movimento giratório e a transmissão.

Os discos em forma de rim cumprem a mesma função que a versão tradicional e circular, apesar de que no caso da Stringbike é possível instalar discos de diferentes tamanhos e formas para alterar o desempenho da bicicleta (por exemplo para corridas ou circuitos).

Quanto ao dispositivo giratório, ele é feito de "alavancas que giram em sentido oposto dispostas para realizar movimentos circulares ao redor de um eixo articulado auxiliar", segundo o site Hungarian Ambiance.

Finalmente, a transmissão. Assim como uma bicicleta de 10 marchas tradicional, ela controla a velocidade e marchas altas e baixas. Usando um controle deslizante, a Stringbike consegue mudar a altura de duas polias usadas no sistema, o que resulta em uma mudança de marcha. Eu acho.

Parece que há benefícios de fato nesse sistema, como maior facilidade de manobra em velocidades altas. E, sendo uma pessoa que gosta de andar de bicicleta, é bom porque ela não tem óleo nem graxa – ou seja, roupas e mãos limpas depois do serviço. [Hungarian AmbianceValeu, Gyula!]