Parece que o Apple Watch seguirá um ciclo parecido com o iPhone: novos recursos este ano, porém sem um redesign mais profundo tão cedo. O que veremos na próxima iteração do relógio inteligente?

Os problemas do Apple Watch, um ano depois
watchOS 3 promete resolver um dos maiores problemas do Apple Watch

O confiável analista Ming-Chi Kuo – que antecipou o iPad Pro, o iPhone SE, o 3D Touch nos iPhones, entre outros – diz que o Apple Watch 2 chega no segundo semestre deste ano com um processador mais rápido, GPS, barômetro, proteção melhor contra água e uma bateria maior.

Segundo o MacRumors, a segunda geração do Apple Watch deve manter o mesmo design, os mesmos tamanhos de tela – 38 mm e 42 mm – e a mesma espessura; as mudanças mais importantes devem vir por dentro.

Curiosamente, a Apple também deve manter à venda a primeira geração do Apple Watch, porém trocando o processador por um modelo mais rápido. (É mais ou menos a estratégia de continuar vendendo o iPhone 6 após lançar o 6s, por exemplo.) No entanto, apenas a segunda geração teria recursos como GPS e barômetro.

Provavelmente veremos as atualizações para o Apple Watch em setembro, quando devem ser lançados o iPhone 7 e iPhone 7 Plus. Eles não devem ter mudanças radicais no design – isso viria em 2017 – e sim alterações como um botão Home sensível à pressão, sistema de câmera dupla, e a remoção da entrada para fone de ouvido.

Em 2017, a Apple lançaria um Apple Watch com suporte a 4G LTE, que não dependeria do iPhone para receber e enviar dados. Um redesign mais profundo só viria em 2018, à medida que a FDA (agência americana semelhante à Anvisa) aprova o uso de tecnologias para acompanhar seu status de saúde, e à medida que o 5G se populariza.

[MacRumors e AppleInsider via The Verge]