A entrevista em vídeo você confere aqui, devidamente dividida em segmentos para mais fácil apreciação. Alguns deles são meio longos demais, talvez, mas todos contém boas histórias. Stefano fala das origens da empresa, de como ela viu o potencial nos games e brinquedos eletrônicos, da relação curiosa e íntima com a SEGA do Japão que resultou no sucesso absoluto do Master System e do Mega Drive, dos jogos feitos no Brasil, da época em que a Tectoy quase foi à falência e até de brinquedos clássicos, como a pistola Zillion e a Estrelinha Mágica da Mônica (que precisou de uma gambiarra interessante de marketing para poder ser vendida).

Ao ser questionado sobre a capacidade do Brasil enquanto mercado de games e enquanto possível produtor de consoles modernos, dá gosto de ouvir a resposta da boca de alguém que está nesse mercado há tanto tempo. [UOL Jogos]