Já faz cerca de nove anos que fomos apresentados pela primeira vez ao iPod. Ao longo desses anos, o pequeno gadget da Apple ficou mais potente, ganhou alguns irmãos e se tornou um nome conhecido por todos. Eis um resumo de como tudo isso aconteceu.

O iPod foi lançado em 23 de outubro de 2001. O primeiro modelo tinha até 10GB de capacidade e só sincronizava com Macs: foi só na segunda geração, em 2002, que ele passou a sincronizar com o Windows. Uma geração (e um ano) depois, o iPod ganhou a Touch Wheel: ele tinha a icônica roda desde o começo, mas agora os controles são sensíveis ao toque.

É só na quarta geração que o iPod ganha um irmão: o iPod Mini, em 2004. No ano seguinte, o Mini passa a se chamar Nano e surge o iPod Shuffle. Foi aí que as vendas de iPod deram um salto, como você pode ver no gráfico em linha na parte esquerda do infográfico. Em 2006, a Apple parou de incluir CD de instalação com o iPod: nada revolucionário, mas pra baixar o iTunes, você já precisava de conexão à internet.

E em 2007, seguindo o lançamento do iPhone, veio o iPod Touch. Daí em diante, o Touch vai ganhando espaço de armazenamento e se aproximando do design e funções do iPhone. E o resto é história: o Nano muda de forma a cada geração, chegando na telinha de toque atual; o Shuffle para de ser renovado por dois anos até perder os controles físicos (que retomou nesta geração); e o Classic para no tempo e, sendo o mais velho dos modelos do iPod, corre o risco de não ser mais produzido.

O iPod teve sucesso inegável, podendo ultrapassar a marca de 300 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento. Apesar de smartphones e consoles portáteis ganharem mais espaço como players de mídia, a demanda por eles segue forte – não veremos os iPods sumirem tão cedo. [FinerHosting]