Por mais que tenham exagerado no uso do termo nos últimos anos, o bullying é um dos maiores problemas da internet, todo mundo sabe. A coisa está ruim desse jeito muito por que as políticas de proteção do usuário em redes sociais são cheias de falhas. Até em sites como o Facebook, que tenta implementar um controle rígido sobre o conteúdo ofensivo compartilhado pelos usuários, o desafio de conter comportamentos agressivos — e que podem chegar a finais trágicos, como o caso Amanda Todd — sem esbarrar na liberdade de expressão parece distante de uma solução. Apesar deste triste cenário, não precisamos olhar para a questão do cyberbullying com cara de “esquece, isso não tem jeito, é um dos lados maus da internet e ponto”. Aos poucos, alguns bitezinhos de esperança surgem no horizonte. O segredo para conter o cyberbullying, como boa parte da mágica que acontece na internet, pode estar em novos algoritmos.

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