No grande evento desta quarta-feira (4) em São Francisco, o Google confirmou o que sabíamos já há duas semanas: ele tem um novo Chromebook de visual bem moderno. E ele custa US$ 1.000 (R$ 3.127 na cotação atual). Entretanto, o Google expandiu crucialmente esses detalhes antecipados e revelou um Chromebook que pode, de fato, valer seu preço alto, diferentemente do último Chromebook de mais de US$ 1.000.

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Esse notebook, cujo preço começa em US$ 1.000, tem uma tela multitoque de 12,3 polegadas e resolução de 2560 x 1700 (o Samsung Chromebook Pro de US$ 500 tem uma tela multitoque menor, de 2400 x 1600) que funciona com a caneta stylus Pixel Pen, de US$ 99, com 10ms de latência, 60 graus de consciência angular e mais de dois mil níveis de sensibilidade a pressão — isso é mediano para uma experiência de uma caneta stylus alimentada pela Wacom, com quem a Google fez uma parceria para a caneta.

O notebook em si tem 10mm de espessura e pesa 990 gramas. Ele também tem uma dobradiça de 360 graus, traseira toda de vidro e porta USB-C. O Pixelbook vem com Intel Core i5 e i7 como opções de processadores, além de vir equipado com 16GB de RAM. Quanto ao armazenamento, ele começa em 128GB e vai até 512GB.

Isso é o dobro do armazenamento que o último Chromebook feito pelo Google tinha e quatro vezes o do Samsung Chromebook Pro. Além disso, o novo Pixelbook vai precisar de todo esse armazenamento extra, já que esse é o primeiro Chromebook do Google a ter aplicativos. Esses apps vêm como cortesia do Chrome OS e sua combinação com o Android.

O Pixelbook também traz um recurso de “Tethering Instantâneo” que imediatamente conecta seu smartphone quando o Wi-Fi estiver indisponível, e o Google Assistente vem embutido no aparelho.

A pré-venda do Pixelbook começa nesta quarta-feira nos EUA, e o notebook chegará às lojas em 23 de outubro. Ainda não há informações de preço e lançamento no Brasil.