A Alexa da Amazon geralmente serve para tocar música, dizer a previsão do tempo ou ligar e desligar a luz, entre outras tarefas cotidianas. Mas a assistente acaba de ganhar uma habilidade inusitada: latir. E ela não late de graça.

O recurso faz parte do Alexa Guard Plus, um novo serviço de assinatura lançado esta semana nos EUA. Ele transforma seu Echo em um sistema de segurança doméstica ao preço de US$ 5 por mês ou US$ 50 por ano. Ele não chega a ser tão sofisticado quanto um sistema de segurança dedicado, mas pode dar uma utilidade a mais para os aparelhos de casa inteligente que você já tem.

O serviço oferece uma linha de apoio 24 horas por dia, 7 dias por semana. Basta dizer “Alexa, ligue para ajuda” e pronto, sua solicitação vai para agentes que podem ligar para a polícia ou os bombeiros. O serviço também usa os microfones do Echo para detectar sons incomuns e enviar um alerta para seu celular ou tocar uma sirene. A detecção de som reconhece ainda sons de alarme de fumaça, vidros quebrando ou avisos de monóxido de carbono, notificando o usuário. Aí, você pode fazer uma ligação e ouvir o que está acontecendo na sua casa.

Tudo isso é legal, mas ainda não é a melhor parte. Se seu Echo está conectado a lâmpadas inteligentes ou a câmeras de segurança, ele pode detectar que você não está em casa e ligar e desligar a luz para fazer parecer que tem gente no lugar e até mesmo fazer o som de um cachorro latindo para espantar possíveis intrusos.

Há também uma versão gratuita chamada Alexa Guard, mas ela não late, não monitora atividades e não tem linha de ajuda de emergência. A Amazon vai incluir o pacote Plus gratuitamente para quem assina outro serviço da empresa, o Ring Protect Plus, e deve fazer parcerias com outras empresas do ramo. Para quem tem muitos Echo e não tem um amigo de quatro patas para proteger a casa, pode valer a pena desembolsar US$ 5 por mês.