O Touch Mouse da Microsoft para Windows 7 se parece bastante com o Magic Mouse da Apple: a parte de cima é um sensor capacitivo e multitoque. A diferença? O Touch Mouse foi feito para ser usado por humanos.

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Esta é a melhor experiência de toque no Windows que já vimos. O que não é uma surpresa, dado que a Microsoft criou os drivers e software do Touch Mouse, o que deixa a experiência melhor. A ergonomia do periférico é muito boa também: ao contrário do Magic Mouse, que é só aceitável, mas não bom. Como você pode adivinhar, os pontinhos na parte frontal do mouse marcam a área sensível ao toque. A lista de gestos é bem familiar:

– Um dedo rola para cima e para baixo dentro de uma janela;

– Mover seu polegar rapidamente para cima ou para baixo funciona como os botões avançar/voltar, presentes em muitos mice para Windows;

– Dois dedos para a esquerda ou direita ativa o Aero Snap – você redimensiona a janela para ficar do lado esquerdo ou direito; dois dedos para cima ou para baixo minimizam ou abrem as janelas minimizadas;

– Três dedos, veja só você, ativam um modo parecido com o Exposé do Mac OS X, mostrando todas as suas janelas abertas em miniaturas.

Mas por que, por que não temos tudo isso de forma nativa, só com o Touch Mouse? (Lembrando que o Touch Mouse é apenas para Windows 7.) Uma cópia do Exposé é a única coisa que falta na interface Aero do Windows 7, mas agora faz parte apenas do pacote de software que acompanha o Touch Mouse. E ele mostra exatamente como o toque deveria funcionar no Windows, mas quase sempre não funciona, como no laptop HP Envy.

Ele é meio caro, custando US$80 quando for lançado em junho, mas pelo gosto do toque funcionando no Windows 7, talvez valha a pena. [Microsoft]