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Facebook desembolsa U$ 60 milhões para ficar com o nome Meta

Empresa de Mark Zuckerberg precisou negociar o uso da marca com um banco americano.

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Facebook desembolsa U$ 60 milhões pelo nome Meta

Facebook desembolsa U$ 60 milhões pelo nome Meta

A Meta Platforms – a nova empresa que controla Facebook, Instagram e WhatsApp – acaba de fechar um acordo com o banco regional americano Meta Financial Group para o uso do nome “Meta”. Para utilizar a marca em todo o mundo, a empresa de Mark Zuckerberg terá que desembolsar US$ 60 milhões (R$ 338,60 milhões na cotação atual do dólar).

Antes, os ativos da marca estavam sob propriedade da Beige Key, uma subsidiária da Meta Financial Group, que aceitou o acordo. Segundo a Meta Platforms, as negociações começaram antes mesmo do anúncio da mudança do nome do Facebook, em outubro passado.

O alto valor na negociação demonstra o quão valioso é o nome Meta para a gigante da tecnologia, que tem agora o metaverso como principal aposta de negócio. A empresa espera investir pesadamente em realidade virtual e realidade aumentada, tornando o metaverso como uma espécie de sucessor da internet móvel.

O metaverso consiste em espaços digitais compartilhados acessados ​​via internet por meio de uma série de dispositivos. A expectativa é que as grandes empresas de tecnologia invistam na criação desses universos digitais nos próximos anos.

Metaverso

O anúncio do acordo foi feito nesta segunda-feira (13), no mesmo dia em que veio a tona a história de uma usuária australiana do Instagram que ficou sem acesso ao perfil @metaverse, que ela criou há nove anos.

Segundo ela, cinco dias após o anúncio da mudança do nome do Facebook, a conta foi bloqueada sob o argumento que ela estava se passando por outra pessoa. O desbloqueio só ocorreu um mês depois.

A Meta disse ao G1 que o bloqueio ocorreu por engano e que o acesso já foi restabelecido. A empresa pediu desculpas pelo ocorrido.

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