Ele é o louco. O Mercúrio. O rebelde. O criador de mercados. O sortudo com um novo fígado. Aquele que vê as coisas de forma diferente. Ele não gosta de regras e de tipografia ruim. E ele não respeita mediocridade.

Você pode enaltecê-lo, questioná-lo, citá-lo, desacreditá-lo, glorificá-lo ou difamá-lo. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-lo. Porque esse cara criou o mercado de computadores pessoais, ele apresentou o primeiro computador comercial com interface gráfica do usuário, foi demitido da própria empresa, depois voltou, salvou-a da morte, reinventou um dos melhores sistemas operacionais do planeta, reinventou o player de música, deu um chute no saco das gravadoras, fracassou em reinventar a TV, reinventou o celular com um novo sistema operacional, teve câncer e sua morte estava quase certa, se recuperou, e agora ele está de volta, espero que por um bom tempo, e está tentando mudar o mundo da computação mais uma vez.

Ele inventa. Ele às vezes fica mal-humorado. Ele se curou. Ele voltou. Ele criou novamente. E ele segue inspirando. Ou, pelo menos, ele me inspira.

Feliz 55° aniversário, Steve.