O Brasil vive um ano especial em 2014. A Copa era vista como uma grande oportunidade para os investimentos no futebol. Já as eleições concentrariam boa parte do dinheiro de grandes empresas, dedicadas às doações aos partidos. Dois quadros que influenciaram diretamente o cotidiano dos clubes, com um pouco mais de dificuldades na negociação com seus principais patrocinadores. E o fim das eleições começa a indicar uma abertura maior de possibilidades aos dirigentes.

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