A data do anúncio no Brasil estava prevista para o dia 12 de setembro e, nas palavras da LG, foi adiado devido ao feriado prolongado. Por isso, LG Q6 e Q6+ já estavam nas prateleiras do varejo e o evento de lançamento aconteceu apenas hoje (19), em São Paulo. Os novos modelos intermediários possuem design similar ao do topo de linha da marca, com tela que ocupa praticamente toda a parte frontal e com proporção 18:9. Estes são os smartphones mais baratos que você encontrará com esse visual.

O aparelho tem tela de IPS LCD de 5,5 polegadas e a diferença na nomenclatura não diz respeito ao tamanho, como de costume. Na verdade, o “+” do Q6 significa mais RAM e armazenamento interno. Estas são as especificações:

Tela: IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 1080 x 2160 pixels (proporção 18:9)
Processador: octa-core Snapdragon 435 de 1,4 GHz
GPU: Adreno 505
RAM: 3 GB para a versão comum, 4 GB no Q6+
Armazenamento: 32 GB no Q6, 64 GB no Q6+ (ambos possuem gaveta dedicada para microSD de até 256 GB)
Câmera traseira: 13 MP, f/2.2 e flash LED
Câmera frontal: 5 MP, f/2.2
Bateria: 2.900 mAh (não removível)
Sistema operacional: Android 7.1.1 Nougat
Dimensões: 142.5 x 69.3 x 8.1 mm (altura x largura x profundidade)
Peso: 149 g

Se a frente do LG Q6 é bonita, não dá para dizer o mesmo da traseira. A marca foi no material clássico dos celulares mais baratos: o plástico. E aí deu aquela escovada para parecer metal – ele até brilha. É quando você pega no aparelho que dá para sentir que não é primeira linha, o que é uma pena em um tempo no qual a Motorola aposta no metal em todas as suas linhas.

O celular não tem clássico botão power na traseira, nem leitor de impressões digitais. Para não obrigar o usuário a digitar um PIN ou senha o tempo todo, existe um recurso de reconhecimento facial, mas que não se apoia em infravermelho, sensores 3D, nem nada do gênero. Apesar do histórico do Android não ser muito bom, a LG está utilizando uma solução própria.

Para desbloquear, por exemplo, não é exibida aquela janela que mostra a imagem da câmera frontal; ao contrário, é um processo bem mais discreto: basta levantar o celular para perto do rosto e apertar o botão power. Para reforçar a segurança existem dois modos de reconhecimento: um ajuste normal mais rápido no reconhecimento, e outro que, segundo a marca, torna mais difícil enganar com uma foto, por exemplo. Por outro lado, a liberação do celular leva mais tempo. Apenas testes mais aprofundados poderão dizer o quão segura e precisa é a função de biometria.

O Q6 e Q6+ já estão à venda no varejo nacional nas cores preto, cinza e ouro rosé, com entrada para dois chips, por R$ 1.299 e R$ 1.599, respectivamente.

Todas as imagens: Alessandro Junior/Gizmodo