Máquina que compra seu celular usado e manda PIX na hora chega a SP

Após analisar o estado de conservação do aparelho, a máquina oferece uma quantia pela compra dele - que pode, ou não, ser aceita pelo usuário. Serviço foi instalado esta semana em um mercado e um shopping de São Paulo (SP)

Smartphone de até R$ 2 mil: saiba como escolher um novo celular

Imagem: Trocafone/Reprodução

A empresa brasileira Trocafone instalou nesta semana máquinas para a venda de celulares usados em São Paulo. Os consumidores que fazem a venda recebem o dinheiro na hora.

Já era possível realizar trocas pelo site da empresa ou fisicamente, em quiosques espalhados pelo país. Mas, agora, os clientes podem ter uma experiência de autoatendimento parecida com a de caixas eletrônicos.

As chamadas “shopping machines” foram colocadas em dois locais: o mercado Carrefour de Pinheiros e no shopping Bourbon, ambos na zona oeste da capital paulistana. Existem planos de colocar mais máquinas em outras localidades até o final do ano.

Para trocar o celular é preciso colocar os dados pessoais do usuário e o IMEI [número exclusivo de identificação] do aparelho, limpar com cuidado a tela do e submetê-lo a uma análise para verificação do estado do sistema operacional — que pode acusar se há algum tipo de falha.

Em seguida, é preciso responder um questionário para fornecer informações técnicas sobre o telefone antigo, como memória interna, cor e tamanho da tela, e também constatar se o dispositivo é homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). É importante ressaltar que a Trocafone aceita apenas celulares que cumprem esse último requisito.

Após o celular ser depositado na máquina, é realizada uma análise das condições físicas do aparelho, se há imperfeições, arranhões ou se a tela está trincada ou quebrada – por isso é tão importante limpar a tela do aparelho para evitar erros na análise.

Ao fim da análise, a máquina oferece um valor pelo dispositivo, que se for aceito, será pago imediatamente via PIX. É possível mandar aparelhos que estão parados para a reciclagem, por um preço fixo de R$ 20.

 

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