A NASA descobriu provas de vida datadas de 110 milhões de anos atrás, quando “a galáxia em espiral NGC3259, brilhante e sem vida, estava formando estrelas em feixes escuros de poeira e gás”. Não, isto não aconteceu em Marte: está bem aqui na Terra, no quintal da NASA.

O caçador de dinossauros Ray Stanford anunciou semana passada o local de uma pegada recém-descoberta de dinossauro. Ele a encontrou bem no terreno do Goddard Space Flight Center, da NASA, que opera várias missões – como o Telescópio Espacial Hubble, por exemplo.

De acordo com Stanford, a pegada foi deixada por um nodossauro, um bicho de dorso pontudo e 1,20m de altura da era Cretácea:

Ele era bem pesado, sua pegada fez a terra ao redor se levantar bastante…. Depois a areia formou liga com óxido de ferro ou hematita, então a pegada ficou bem preservada, quase como concreto.

Cientistas espaciais talvez caminhem por aqui, e eles passam exatamente pelo ponto onde caminhou este dinossauro grande e desajeitado, com sua pesada couraça, talvez 110 a 112 milhões de anos atrás.

A descoberta de Stanford foi confirmada por David Weishampel, da Johns Hopkins University, autor do livro Dinossauros da Costa Leste. De acordo com Alan Binstock, que administra as instalações do centro Goddard, a NASA “considera a pegada e sua localização algo sigiloso, porém não confidencial”. [NASA]

A pegada do nodossauro.