Fim de ano, muitos tentam definir como foi 2021 após o conturbado ano de 2020 com a pandemia de Covid-19. Para o dicionário Collins a palavra  do ano é “NFT”. 

A decisão foi porque o verbete tomou conta dos noticiários e redes sociais nos últimos 12 meses. Segundo o site do dicionário, NFT é como “um certificado digital exclusivo, registrado em um blockchain, que é usado para registrar a propriedade de um ativo, como uma obra de arte ou um colecionável”.

Além dessa palavra, os dicionaristas do site também mencionaram outros vocábulos que não saíram da boca das pessoas e da internet. Podendo ser um excelente resumo do que aconteceu em 2021.

Confira as outras palavras:

Metaverso: termo criado em 1992 em um livro de ficção de Neal Stephenson está mais do que presente neste ano. Cunhado recentemente por Mark Zuckerberg durante o anúncio do Meta, o conceito que tem sido descrito como “um sonho para o futuro da internet” que inclui realidade virtual e aumentada.

Crypto: abreviatura para “criptomoeda”, moeda virtual que está cada vez mais popular.

Double-vaxxed: quem recebeu as duas doses de vacina, no caso da Covid-19 em meio a pandemia que assola o planeta

Trabalho híbrido: Uma realidade de muito que, com a diminuição de casos de covid, mais pessoas estão trabalhando em casa e no local de trabalho em dias alternados.

Pingdemic: esse apenas os britânicos manjam. No Reino Unido foi criado um aplicativo em que alerta as pessoas a se isolarem em casa quando os números de caso crescem, o “ping” é o barulho de notificação.

Climate Anxiety: a preocupação com a situação climática do planeta.

Neopronome: um neologismo para se referir a pronomes que vão além do ele e ela, como aqui no Brasil com o elu/ile.

Regencycore: Bridgerton se tornou uma das séries mais assistida da Netflix e isso acabou influenciando em uma estética da moda inspirada nos estilos georgianos, que se tornaram populares pelo programa.

Cheugy: Cunhado pela geração Z, é um pejorativo para descrever as tendências de estilo de vida associadas ao início da década de 2010 e à geração do milênio. Se você não soube de primeira, provalvemente você seja cringe.