Eu nunca pensei que algum dia na minha vida eu digitaria a frase “Walkman fossilizado” ou “controle PlayStation fossilizado”, mas ainda assim, eis eu fazendo isto justo numa tarde de domingo. Errr….viva!?

Claro, estes espécimes não fósseis de verdade. São em sua maioria de concreto, com nomes latinos legais, feitos a partir de moldes e com uma técnica que imita os fósseis verdadeiros. O artista Christopher Locke também criou historinhas bacanas para cada fóssil, como esta para o então orgulhoso e poderoso Ambulephebus sonysymphonia (um Walkman para nós leigos):

O Ambulephebus sonysymphonia foi encontrado pela primeira vez ao final da década de 1970 e é geralmente encontrado próximo ao Asportatio acroamatis, sugerindo uma possível relação de simbiose. Estas espécies rapidamente evoluíram para muitas outras formas, inclusive uma versão arredondada maior (Ambulephebus discus) e o raríssimo Ambulephebus minidiscus.

Há uma corrente teórica sobre todo o gene do Ambulephebus ter sido virtualmente apagado pelo repentino surgimento do Egosiliqua malusymphonicus mais pro final do século. Alguns Ambulephebus ainda subsistem, mas não na quantidade vista antes.

 

Como você provavelmente adivinhou, este vil Egosiliqua malusymphonicus, o algoz da existência do Walkman, é mais conhecido como iPod.

Outros “fósseis modernos” incluem o controle supracitado, um Game Boy, controles de NES (eles morreram lado a lado, ora puxa), um telefone de disco rotatório e um disco rígido. [Christopher Locke via Neatorama]