1. Esperar = tempo e dinheiro perdidos.
2. Windows 7 é uma atualização gratuita e fácil.
3. Preços podem aumentar, em vez de diminuir.
4. O recurso que o agrada hoje pode não existir amanhã.
5. Não há nada que realmente valha a espera.

O autor do texto, Avram Piltch, contra-argumenta cada um dos motivos dado por Joanna Stern – que trabalhava na “Laptop” antes de virar editora do Gizmodo US – para não comprar um notebook agora.

Ele inclusive chama a atenção para uma tendência que eu não percebera (e que ele chama de “alarmante”): as telas usam cada vez mais a proporção de 16:9 em vez da de 16:10, o que diminui o espaço vertical e “força os usuários a rolar muito mais a tela”. Piltch conclui: “Se você quer um notebook com uma resolução 16:10, como 1440×900 ou 1280×800, em vez do ‘ladrão de pixels’ 1366×768 que está se tornando comum, ainda consegue achar um. Alguns meses mais pra frente, vai ser quase impossível.”

Tanto os argumentos do site da “Laptop” quanto os do Gizmodo parecem-me válidos – no final, depende da situação de cada usuário. Por exemplo, para quem pode bancar lançamentos de última geração equipados com processadores novos e SSD, aguardar as novidades deve ser vantajoso.  Por outro lado, a espera pode ser custosa para quem precisa urgentemente comprar um novo laptop. [Laptop]