A Sony anunciou hoje uma nova leva de computadores para o mercado brasileiro. E ela veio cheio deles: foram 17 modelos anunciados, entre notebooks convencionais, um ultrabook e um all-in-one. O que tem de bom, ruim e estranho?

O ultrabook, primeiro da Sony a chegar por aqui, é o Série T de 13″. Ele vem com Core i5 de terceira geração (Ivy Bridge), 4 GB de RAM, SSD de 32 GB + HD convencional de 320 GB, a promessa de até 7h longe da tomada e um monte de tecnologias da Sony para melhorar o som, diminuir o tempo de boot e recarregar aparelhos via USB mesmo com o ultrabook desligado. Pontos estranhos-mas-que-podem-ser-úteis: tem saída VGA e porta Ethernet. O preço sugerido é de R$ 3.199 e, em breve, deve sair um modelo de 11″ por R$ 2.899.

A série E parece ser onde a Sony espera vender muito — foram 13 modelos anunciados. Há uma pequena subdivisão aqui. De um lado, a Série E14, com modelos mais conservadores nas cores preta, branca e rosa, Core i3 de segunda geração (Sandy Bridge, fuén), 4 GB de RAM e HD de 500 GB, por R$ 2.199. Uma versão mais potente, com Core i5 e placa de vídeo AMD Radeon (não especificada, mas que deve ser a mesma da Série E-Colors, a HD 7570M), sai por R$ 2.599.

Falando nela, a Série E-Colors é bastante parecida, mas como o nome sugere aposta em cores… diferentes. Todas as opções são bi-colores, a saber: branca e verde, preta e vermelha, prata e lilás, cinza e dourado e em dois tons de rosa — no ZTOP tem várias fotos. Ele tem especificações ligeiramente superiores às da Série E14, como processador Core i5 Sandy Bridge padrão, HD de 640 GB e 6 GB de RAM, além de teclado retroiluminado, coisa que, curiosamente, o já mencionado ultrabook da casa não dispõe. O preço sugerido é de R$ 3.299. Em agosto, chega o Série E11, provável sucessor da linha Vaio Y, nas cores preta e rosa com a APU AMD E2-1800.

A Série S nos é uma incógnita em termos de mercado: por que a Sony não chama esses modelos de ultrabooks? Pelo menos o de 13″ tem condições de sê-lo: é leve (1,67 kg), tem processador Core i7 de terceira geração, 6 GB de RAM, tela LED de 13,3″, placa de vídeo híbrida e outras coisas que o Série T também tem, como USB 3.0 e Bluetooth 4.0. Só peca, se considerado um ultrabook fosse, no armazenamento (é um HD comum de 750 GB) e na presença do slot de CD/DVD. O preço sugerido para a versão de 13,3″ topo de linha é R$ 3.899; a mais simples, com Core i5, HD de 640 GB e Windows 7 Home Premium, sai por R$ 3.299. Há ainda uma de 15″, mais pesada (2 kg), com tela Full HD e leitor de Blu-ray, por R$ 3.999.

Por fim, o all-in-one Série L com Core i5 de terceira geração, placa de vídeo da NVIDIA (não especificada) com 1 GB de memória dedicada e tela Full HD de 24″. Vem com HD de 1 TB, 6 GB de RAM e leitor de Blu-ray, somado a umas tecnologias com nomes bonitos para aumentar a imersão em sessões de filmes. Preço? R$ 5.199.

Todos saem de fábrica com Windows 7, mas dentro do programa de upgrade para Windows 8. Como já dissemos, é um momento delicado para comprar notebooks e, no caso de alguns modelos como os da Série E, mais ainda por saírem com processador do ano passado. Mas a Sony tem seus trunfos, como as tecnologias embutidas nos equipamentos, as cores diferentonas da Série E-Colors e os modelos de fato atualizados. No momento, ou até a chegada oficial do Windows 8, é o máximo que dá para fazer. [ZTOP]