Nokia N97 from Jesus Diaz on Vimeo.

Tive uma sensação boa ao apalpar o Nokia N97, durante a MWC, em Barcelona. Não senti minhas partes boas coçando, mas foi quase. Diferente do E75, que é bem chatinho, esse aqui vai além do ‘bacana”. E ele mira suas armas diretamente em direção ao iPhone e ao Android.

No primeiro toque, você percebe que a Nokia usou bons materias no N97. O exterior dele é bonito e sexy. Ele roda Symbian, como já é de se esperar – além de ter botões enormes, fáceis de clicar – a performance geral é rápida e suave.

Fisicamente, o celular é leve, embora pareça meio tijolo, se comparado ao iPhone. Ele é meio parecido com o HTC G1, na verdade. O acabamento é ok, embora o material branco e fosco pareça dê uma impressão meio negativa, como se ele fosse feito de material vagabundo. Mas isso é só a minha impressão.

O teclado é bom, cada tecla tem o tamanho e o espaço certo para se digitar com os dois dedões – mesmo com meus dedos grossos. Não tem suporte de multitouch. A qualidade do display é bem boa, e ele deve chegar ao mercado no meio do ano, de acordo com a coletiva de imprensa de hoje cedo.
No fim das contas, minha primeira impressão foi bem boa, mas o N97 não parece ser um celular que vá criar uma nova tendência. Ele parece muito mais um ‘seguidor’. Não existe nada nele que você não consegue encontrar em outro lugar. Principalmente porque a Apple e o Android têm lojas bem legais de Apps, que são um diferencial bem poderoso. E a única coisa que o N97 bate o iPhone e o G1 é a câmera, que é bem melhor mesmo.