O rope jumping faz o bungee jumping parecer completamente razoável e meio bonitinho. Não há elasticidade: toda a parte de “não morrer” é determinada pelo local onde você ancora o cabo – e onde você pula.

Vem da mesma nação que inventou a roleta russa. Parece totalmente simples e direto, até você pensar por um segundo sobre a física envolvida. Se você pular direto para baixo, pode deslocar alguma parte importante do corpo, ou pior, pode arrebentar o cabo e continuar a cair. A chave é garantir que seu cabo esteja preso a algo que não vai sair dali e pular de modo que você balance por baixo da ponte.

E é bom que você faça isso de modo bem coordenado ao pular em grupos de, digamos, 54 pessoas – com na foto acima –, para que ninguém atinja alguém balançando na direção oposta.

Ainda não é perigoso o suficiente? Bem, de acordo com o English Russia, rope jumpers gostam de aumentar a emoção pulando “quando não há água sob a ponte, mas gelo firme e duro, e eles ainda costumam pular no mesmo momento em que o trem está passando pela ponte”.

Nada para mim, obrigado, mas boa sorte para você. [English Russia; Russos]