James Gunn sabe como fazer efeitos visuais parecerem realistas. Seu trabalho em Guardiões da Galáxia, da Marvel, com a criação de Rocket Raccoon e Groot se tornaram marcantes no MCU.

No entanto, seu maior desafio foi King Shark de Esquadrão Suicida, novo filme da DC Comics, que Gunn está dirigindo.

Em uma entrevista para o Gamesradar, o diretor revela o quão complexo era o processo de desenvolvimento do King Shark em comparação com seu trabalho em Guardiões. “Do ponto de vista do personagem, ele é muito diferente [de Rocket e Groot], porque no final do dia, com os Guardiões, sabemos que eles são bons”, diz Gunn. “Isso não é verdade para o Esquadrão Suicida. King Shark é um peixe e come seres humanos. Ele não tem um amor tão mamífero pelas pessoas. Mas ele quer pertencer e mostrar que é inteligente. E ele não é. ”

A dificuldade parece que depende do tipo de animal com que Gunn está trabalhando. Um guaxinim pode ficar de pé e, quando for a hora de pegar o que precisa, pode usar as mãos. Já o tubarão não tem mãos nem pernas, mas King Shark é um tubarão que anda e fala com braços e quatro dedos palmados em cada mão, como nos quadrinhos e filme. Gunn afirma: “Rocket foi difícil porque é difícil pegar um animal e transformá-lo em uma forma humanóide, mas é cinco vezes mais difícil fazer isso com um tubarão – foi um processo muito, muito meticuloso.”

Sylvester Stallone está emprestando sua voz ao homem-tubarão. Stallone e Gunn parecem ter uma boa relação de trabalho, já que a estrela de Rocky também apareceu em Guardiões da Galáxia 2.

Curiosamente, Gunn escolheu um visual mais animado do que usar efeitos práticos para Killer Croc no primeiro filme do Esquadrão Suicida dirigido por David Ayer . O diretor utilizou técnicas de fotorrealismo para esses personagens parecerem autênticos e verossímeis na tela.

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