A Fujifilm anunciou formalmente a X-A1, sua menor e mais barata câmera mirrorless que vazou há algumas semanas. Ela é o modelo mais básico das câmeras de lentes intercambiáveis da Fuji.

A X-A1 custará US$ 600 e internamente é menos robusta do que câmeras mais caras da empresa. O sensor APS-C de 16.3 megapixels vai reter profundidade de campo rasa e capacidade de imagens com pouca luz, mas não espere que seja incrível como o sensor X-Trans da X-Pro1, X-E1 e X-M1.

Falando na X-M1, a A1 é quase idêntica. Exceto pela textura frontal, o tamanho e os controles são quase os mesmos. Ela conta com uma tela LCD de 3 polegadas, Wi-Fi, flash, assim como diversos softwares de edição de imagens como modo de múltipla exposição, simulação de filme e outros filtros.

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A X-A1 será vendida em um pacote com um kit de lentes 16-50mm f/3.5-5.6. Novamente, o objetivo aqui é ser acessível. A maior parte das lentes que acompanham as Fuji X até hoje são de maior qualidade com aberturas maiores. Este pacote acompanha uma lente mais barata que também é vendida com outras câmeras de lentes intercambiáveis. Esta conta também com estabilização ótica de imagem, o que é legal.

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Além da X-A1, a Fuji também anunciou uma nova lente OIS 50-230mm f/4.5-6.7. Ela custará US$ 400 e será outra opção barata, desta vez para fotógrafos de longo alcance.

Apesar de tudo, US$ 600 para X-A1 com um kit de lentes 16-50mm parece um pouco caro. A Sony NEX 3N custa US$500 pelos mesmos recursos e um grande sensor – que nós testamos e aprovamos. Mas o maior problema para fabricantes de câmeras mirrorless em geral é que é preciso convencer consumidores de entrada de que os dispositivos são tão bons quanto DLSRs da Canon ou Nikon. Tirar recursos e reduzir a qualidade do corpo da câmera pode não ajudar muito nisso.