O Instagram está lançando nesta quinta-feira (10) uma nova função para o Reels que aumenta ainda mais o fator shopping na plataforma. A partir de agora, usuários da função rival ao TikTok poderão comprar produtos diretamente pelo próprio Reels, sem precisar abrir os Stories, IGTV e no feed da rede social, que já contam com essa possibilidade.

“Queremos facilitar a descoberta e compra dos mais diversos produtos no momento da inspiração, não importa onde o usuário esteja no aplicativo. Para marcas e criadores, esta é mais uma oportunidade criativa para utilizar a ferramenta de vídeos curtos para impulsionar as vendas globalmente”, destaca a companhia em comunicado enviado à imprensa.

A novidade não tem muito segredo: dentro do Reels, empresas e criadores de conteúdo poderão etiquetar os produtos apresentados no vídeo. Do lado dos usuários, eles verão uma opção chamada “Ver produtos” – clicando nela as pessoas são automaticamente redirecionadas para o carrinho de compras contendo os itens à venda.

Além disso, os vídeos do Reels que usarem a ferramenta Shopping poderão ser encontrados na seção Instagram Shop do Explorar, ampliando as chances de descoberta de novos produtos pelas pessoas na plataforma.

O update já começou a ser liberado para os usuários.

Praticamente todos os vídeos do Reels poderão ser transformados em catálogos de produtos. Imagem: Instagram

Essa é só mais uma das várias atualizações que o Instagram tem feito para destacar recursos de e-commerce no aplicativo. Há cerca de um mês, a rede social reformulou a página inicial do app e mudou a posição de várias seções – tudo para deixar a função de shopping ainda mais evidência. Desde o início de novembro, ela ocupa o lugar que antes eram das curtidas, que agora ficam na parte superior da tela.

O design confundiu (e ainda confunde) muita gente. Não só pela adição do Shopping na home, mas também porque o Reels foi adicionado na aba de recursos principais. Na época, Adam Mosseri, chefe do Instagram, disse que a mudança veio em decorrência de uma demanda dos próprios usuários, já que a pandemia intensificou a produção de vídeos curtos, além do aumento no número de compras online.