A Microsoft vendeu a divisão de celulares simples que ela adquiriu da Nokia, mas isso não a impediu de anunciar um novo dumbphone da marca.

Uma linha do tempo da complicada relação entre a Nokia e smartphones
Celulares que se montam sozinhos são um milagre da baixa tecnologia



O Nokia 216 possui tela de 2,4 polegadas com resolução 320 × 240 (não é touchscreen), câmeras traseira e frontal de 0,3 megapixel com flash (para fotos terríveis), e suporte apenas a redes 2.5G.

O aparelho roda o sistema S30 e permite acessar a web com o Opera Mini (a Opera ajudou na “limpeza” da área de celulares Nokia). São 16 MB de RAM (sim, megabytes) e 32 GB de armazenamento expansíveis por microSD.

O destaque aqui fica para a duração da bateria de 1.020 mAh: como o celular nem tem acesso a 3G, a autonomia é de até 18 horas de conversa ou 47 horas de música.

Ele conta com variantes de um e dois chips, e vem em três cores diferentes. Como todo celular simples da Nokia, ele tem lanterninha e rádio FM. E graças a um acordo com a Gameloft, usuários recebem um jogo por mês gratuitamente ao longo de um ano.

Em maio, a Microsoft vendeu a divisão de celulares simples para a FIH Mobile (da Foxconn) e para a HMD Global – uma empresa finlandesa que agora possui a licença para vender smartphones, dumbphones e tablets com a marca Nokia.

Ou seja, o Nokia 216 provavelmente será o último celular simples lançado pela Microsoft – que estaria agora desenvolvendo um Surface Phone – mas ainda veremos a marca clássica em dumbphones vendidos pela HMD.

[Microsoft via Engadget]