A OnePlus – marca chinesa dedicada a aparelhos premium com preço camarada – lançou seu último smartphone há cinco meses. A companhia, no entanto, já preparou o sucessor: o OnePlus 3T chega ao mercado no final de novembro com o mesmo design do modelo anterior e melhorias interessantes no hardware.

• OnePlus 3 é um smartphone sensacional com 6 GB de RAM que custa US$ 400
• O ótimo smartphone OnePlus 3 não vai ser vendido oficialmente na América Latina

O novo aparelho vem com processador Qualcomm Snapdragon 821 com clock de 2.35 GHz – o OnePlus 3 vinha com um Snapdragon 820. Ele também tem uma bateria maior, agora com 3.400 mAh (contra 3.000 mAh), câmera traseira e frontal de 16 megapixels. Segundo a fabricante, foi adicionado uma camada de vidro de safira no sensor traseiro, para evitar arranhões na região. O software da câmera também foi atualizado para deixar os vídeos mais estáveis.

Desta vez serão vendidos modelos com 64 GB e 128 GB de armazenamento. Todos os outros smartphones da OnePlus vinham com 16 GB ou 64 GB.

As outras especificações continuam as mesmas: tela de 5,5 polegadas AMOLED Full HD, 6 GB de RAM, USB-C, suporte ao NFC e sensor de impressão digital. Além disso, permanece a tecnologia DashCharge que promete um dia inteiro de carga em 30 minutos na tomada.

Inicialmente a linha OnePlus foi lançada rodando o CyanogenMod, mas os desenvolvedores desistiram dessa ideia e passaram a usar outra variação do Android, o Oxygen OS. A companhia anunciou que todos o OnePlus 3 e 3T receberão a atualização correspondente ao Android Nougat até o final de 2016.

O novo modelo será vendido nas cores dourado e cinza no site oficial da OnePlus a partir do dia 22 de novembro, nos EUA e no Canadá. Na Europa, o modelo chega no dia 28 de novembro. Os preços começam em US$ 439 (cerca de R$ 1.500 em conversão direta).

Os aparelhos da companhia não devem chegar por aqui tão cedo. Em outubro, o CEO da OnePlus, Peter Lau, disse ao jornal argentino La Nación que não há planos para vender os aparelhos da marca na América Latina. “A América do Sul tem muito potencial, mas não estamos prontos”, comentou na ocasião.

[Venture Beat]