Algumas pessoas decidiram usar o programa Map Maker do Google para fazer coisas ruins, e o resultado final foi que ele acabou sendo desativado para que robôs não urinem mais em maçãs, entre outras coisas. Depois de alguns meses parado, no entanto, o Google iniciou a reativação do serviço, e os brasileiros estão entre os primeiros do mundo a terem acesso liberado ao Map Maker.

O Google vai gradualmente liberar o acesso do mundo inteiro ao Map Maker, e a primeira fase anunciada no começo da semana envolve seis países: Bangladesh, Canadá, Índia, Filipinas, Ucrânia e, como mencionamos antes, o Brasil.



Mas como impedir que as pessoas voltem a fazer coisas horríveis nos mapas? O Google vai apostar ainda mais na comunidade de desenvolvedores dos mapas. Até o episódio do robô que não usou o mictório para as suas necessidades, a maioria dos mapas enviados pelo Map Maker eram automaticamente aprovados pelos sistemas do Google. Funcionários da empresa então revisavam manualmente o que foi enviado em busca de possíveis erros. Usuários comuns também podiam relatar problemas, e a esperança era que a ação da comunidade em busca de mapas melhores ajudasse a impedir atos de baderna e vandalismo. Não deu certo.

Agora, no entanto, novos sistemas e mais funcionários foram incluídos no Map Maker. O Google contratou alguns “líderes regionais” em diversos países para ajudar na moderação das modificações feitas nos mapas dessas áreas específicas. Mais do que nunca, serão os usuários que farão e cuidarão do Map Maker – o Google se distanciou bastante do projeto deixando tudo nas mãos da comunidade.

[Google via Android Police]