Após alguns rumores nas últimas semanas, a Xiaomi apresentou seu smartwatch para o mercado chinês — que, com alguma sorte, vai chegar por aqui, seja via distribuidor oficial, a DL Eletrônicos, seja via importação independente. O Mi Watch, por coincidência ou não, tem a maior pinta de Apple Watch. Ele terá opções em dois materiais distintos. No entanto, diferente do modelo da Apple, ele tem apenas um tamanho de caixa (44mm).

O smartwatch da Xiaomi tem uma tela AMOLED de 1,78 polegada que pode ficar ligada a todo momento. O sistema é o MIUI for Watch, que nada mais é que uma adaptação do WearOS feita pela Xiaomi, como já acontece com os smartphones da marca chinesa.

O corpo é de alumínio, mas a parte de contato com o corpo é de cerâmica, contendo um sensor para medir batimento cardíaco, além do sistema para carregar a bateria.

Por dentro, ele conta com o chip Snapdragon Wear 3100 com quatro núcleos Cortex A7 de 1,2 GHZ. Como boa parte dos relógios inteligentes modernos, ele tem conexão 4G, que possibilita fazer chamadas por ele usando a tecnologia eSIM, Wi-Fi, GPS. Bluetooth e NFC. O Mi Watch vem com 8 GB de armazenamento, 1 GB de RAM e bateria de 570 mAh, prometendo uma autonomia de até 36 horas.

Como ocorre na pulseira Mi Band 4, o Mi Watch ajuda a monitorar sono e diversas atividades físicas, como natação, ciclismo e corrida, além dos batimentos cardíacos, que citamos há pouco.

Relógio inteligente Mi Watch, da Xiaomi

São duas versões do Mi Watch. Uma de alumínio que tem preço sugerido de 1.299 yuan (cerca de US$ 186 ou R$ 745) que já está à venda na China, e uma outra de aço inoxidável, que chegará às lojas apenas em dezembro por 1.999 yuan (cerca de US$ 285, ou aproximadamente R$ 1.140).

Vale lembrar que o Apple Watch Series 5 custa US$ 399 nos EUA — por aqui, a versão mais barata parte de R$ 3.999.

A Xiaomi já tem pulseiras há um tempo, e agora, parece, quer dar um passo além com seu relógio. Não existe data para a chegada do smartwatch Mi Watch em mercados fora da China. Porém, com uma distribuidora local no Brasil, pode ser que chegue por aqui, ainda que demore um pouco, como ocorreu com a Mi Band 4.

[Engadget e TechCrunch]